
A Resistência de Pindorama: As Heroínas de Tejucupapo
Em 1646, mulheres de Tejucupapo, lideradas por quatro heroínas, derrotaram soldados holandeses usando água fervente e pimenta para defender seu território em Pernambuco.

Em 1646, mulheres de Tejucupapo, lideradas por quatro heroínas, derrotaram soldados holandeses usando água fervente e pimenta para defender seu território em Pernambuco.

O artigo discute como o colono-capitalismo promove o despejo violento e a opressão histórica e contínua contra as comunidades e povos indígenas.

O artigo debate que a luta indígena vai além das fronteiras físicas, englobando a afirmação cultural, preservação da ancestralidade, cidadania e sustentabilidade do território.

O São João perde a essência nos grandes palcos. Maurício Remígio reflete sobre a mercantilização da festa que expulsa suas próprias raízes.

A obra compila ensaios fundamentais que articulam a luta libertária, reunindo ideias históricas e filosóficas de resistência contra o Estado em defesa da liberdade absoluta de todos seres vivos.

“Se os homens de Ashanti não vão avançar, nós, as mulheres, iremos. Nós lutaremos até que a última de nós

Entenda por que a matéria é uma ilusão e descubra como a verdadeira prosperidade reside no alinhamento espiritual, na paz interior e na evolução da alma.

O texto relata a liderança de Francisco José do Nascimento, o “Dragão do Mar”, que em 1881 mobilizou os jangadeiros do Ceará a recusarem o transporte de escravizados para os navios negreiros

Em 1646, mulheres de Tejucupapo, lideradas por quatro heroínas, derrotaram soldados holandeses usando água fervente e pimenta para defender seu território em Pernambuco.

O artigo discute como o colono-capitalismo promove o despejo violento e a opressão histórica e contínua contra as comunidades e povos indígenas.

O artigo debate que a luta indígena vai além das fronteiras físicas, englobando a afirmação cultural, preservação da ancestralidade, cidadania e sustentabilidade do território.

O São João perde a essência nos grandes palcos. Maurício Remígio reflete sobre a mercantilização da festa que expulsa suas próprias raízes.